Famílias brasileiras destinam até R$ 1.073 ao mês para as compras de alimentos

As famílias brasileiras destinam, em média, até R$ 1.073,98 por mês às compras em varejos alimentícios, segundo o Ranking de Preferência do Consumidor (RPI) 2026, da Dunnhumby.

 

Na hora de comprar, 74% dos consumidores frequentam supermercados tradicionais, enquanto 63% recorrem ao atacarejo em busca de preços mais agressivos. Entre os entrevistados, 42% têm renda familiar de até R$ 3.499. 

 

Com o orçamento apertado, o consumidor visita em média, até 4 lojas, entre físicas e digitais. Entre os que compram online, 61% utilizam ativamente os aplicativos das próprias redes varejistas para acompanhar ofertas e resgatar descontos.

 

Comércio local ganha espaço

 

O comércio local ganha espaço ao reunir feiras, hortifrútis, açougues e padarias. Frequentado mensalmente por 36% dos consumidores, o canal também cresceu em participação no orçamento, 45% dos entrevistados afirmam gastar mais nesses estabelecimentos do que no ano passado.

 

Sendo o principal destino para produtos perecíveis. Cerca de 73% dos consumidores recorrem ao canal para comprar frutas, legumes e vegetais (FLV), enquanto 56% o priorizam para carnes.

 

Já o atacarejo entra como local de abastecimento de maior volume, liderando a penetração em categorias como mercearia (66%) e produtos de limpeza (66%). Os supermercados, por sua vez, mantêm força na rotina e na conveniência, com liderança em categorias como padaria (55%).

 

Na outra ponta, as lojas de conveniência são as mais pressionadas pelo orçamento, registrando o maior recuo nos gastos, 44% dos consumidores dizem gastar menos nesses estabelecimentos do que há um ano