O Walmart está utilizando três novas ferramentas integradas às etiquetas digitais de prateleiras para facilitar a localização de produtos por clientes e funcionários.
Por meio de inteligência artificial, a nova funcionalidade, chamada Shop to Light, permite que os colaboradores da rede encontrem com mais facilidade e rapidez a etiqueta digital correspondente a um produto. O recurso é integrado ao Pick to Light e ao Stock to Light, que utilizam funcionalidades semelhantes para auxiliar a operação das lojas na separação de itens para pedidos digitais e no armazenamento de produtos.
O trabalho começou como um projeto e já está sendo implementado em outras lojas. O objetivo é que os três recursos estejam disponíveis em todas as unidades da empresa até a temporada de festas do fim de ano.
Atualmente, a empresa possui mais de 4.300 lojas com etiquetas digitais. Diferente do imaginário, essa tecnologia não muda preços enquanto o cliente está na loja. A funcionalidade só atualiza de noite, quando a unidade está vazia. O sistema também conta com supervisão humana para garantir a segurança.
IA e modernização das lojas
O Walmart também implementou um agente de IA para auxiliar os clientes durante as compras, automatizou sua cadeia de suprimentos e investiu em etiquetas de identificação por radiofrequência. Além disso, investiu bilhões na modernização de suas lojas.
Em carta aberta divulgada na semana passada para tranquilizar as pessoas preocupadas com a privacidade relacionada à coleta de dados, John Furner, CEO do Walmart, afirmou: “vamos precificar o produto, não a pessoa”. Segundo ele, a varejista não planeja utilizar informações dos clientes para definir preços. “Sua renda, histórico de compras, urgência ou o que achamos que você pode pagar não alterarão o preço.”
O Walmart também investe na entregas por drones em até 30 minutos. A opção está disponível em alguns estados, incluindo Texas e Flórida.