Um levantamento da PwC revela que apenas 27,6% das empresas familiares brasileiras possuem um plano de sucessão para cargos-chave. Entre as companhias com faturamento superior a R$ 400 milhões, esse índice chega a 40%, o que significa que a maioria ainda não formalizou a transição de liderança. A falta de recursos não explica esse cenário, especialmente entre empresas de maior porte, que contam com orçamento, estrutura jurídica e acesso a consultorias especializadas para desenvolver um planejamento sucessório. Apesar do assunto ser delicado, principalmente enquanto o fundador permanece no comando, formalizar esse processo é essencial e exige discutir quem assumirá a liderança no futuro — uma decisão que muitas vezes é adiada por questões familiares e emocionais. ...
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